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RIO GRANDE DO NORTE

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Cármen Lúcia pede 'esforço concentrado' a TJs para examinar processos de presos


Presidente do STF recebeu nesta quinta 25 desembargadores de todo o país para discutir a crise no sistema carcerário, com diversas mortes e rebeliões.



A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, pediu nesta quinta-feira (12) aos presidentes dos tribunais de justiça de todo o país "esforço concentrado" para examinar processos de execuções penais dos presos.Tratam-se de ações em que o juiz acompanha o cumprimento da pena, avaliando se o detento pode obter algum benefício ou progredir de regime, por exemplo. Cármen Lúcia recebeu nesta quinta em Brasília 25 desembargadores de todo o país (exceto os de Mato Grosso e Rio Grande do Sul) para discutir a crise no sistema carcerário, com diversas mortes e rebeliões desde a última semana, principalmente em estados da região Norte. Segundo a assessoria do STF, a presidente da Corte também pediu aos desembargadores dados precisos sobre o número de processos penais não julgados em cada comarca, números que também deverão ser entregues na semana que vem.

"É hora de agir com firmeza e rapidez. [...] A situação é de emergência. As facções criminosas mais do que nunca dominam nos presídios".

Para enfrentar os problemas nos presídios, Cármen Lúcia também sugeriu reuniões dos juízes com membros do Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nos estados. Na reunião, ela ainda anunciou a formação de um grupo de trabalho de juízes no CNJ com missão de identificar os principais problemas das varas de execução penal.
Na reunião, ficou ainda combinado que, até a próxima terça (17), cada tribunal de justiça estadual deverá apresentar a quantidade de juízes auxiliares e funcionários que se dedicarão exclusivamente, por pelo menos 90 dias, para acelerar a análise desses processos.
O objetivo é verificar se há presos que podem sair do regime fechado para o semiaberto, ou deste para o aberto, bem como aqueles aptos a livramento condicional (liberdade sob certas condições fora da prisão).




Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo – estado com maior número de presos no país –, o desembargador Paulo Dimas disse que cada tribunal deverá fazer um cronograma para verificar onde existem atrasos e dificuldades na área penal, de modo a apresentar uma solução no futuro ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário também presidido por Cármen Lúcia.
"Nós não podemos assumir o compromisso que vamos liberar mais presos, a ideia não é simplesmente colocar presos na rua para resolver o problema carcerário. Nós temos que ver aqueles que têm direito ao benefício ou aqueles provisórios, isso temos que agilizar", afirmou.

FONTE: G1

RAPIDINHAS DO RNPOLITICAEMDIA

ÁGUA NOVA:
O candidato derrotado no pleito de 2016, Francisco Ronaldo, parece ter certeza de que haverá uma nova eleição em terras aguanovenses. Ronaldo teve seu aniversário ocorrido essa semana, noticiado de forma incomensurável por um programa de rádio em Pau dos Ferros, mais parecia propaganda política antecipada. Caso haja uma outra disputa pelo poder executivo de Água Nova, creio que Ronaldo tenha amplas chances de vencer.

ALMINO AFONSO:
O ex-prefeito Lawrence Amorim já está fazendo falta no pequeno município oestano. O carisma e a presteza do ex gestor é muito superior ao do seu sucessor. Mas o novo prefeito está só começando na vida pública, propriamente dita. Espera-se, a população, que se equipare ao antecessor.

MARTINS:
Que todos fiquem de plantão, para uma "bomba de Urânio" que deve explodir em muito breve, no cenário político da bela e turística Martins. Coisa de grande monta. Nada relacionado as eleições. A "munição" é arrumado em tempos passados, que segundo informações, deve ser solicitado microfilmagens de cheques e quem teria sacado valores. Se concretizado o que soubemos, será uma agonia só... Isso propiciará a volta as manchetes de episódios nada legal para outrem.
Cartas na mesa...

PATU 1:
O prefeito de Patu, Rivelino Câmara, tem amplas chances  de vencer a presidência da FEMURN. Rivelino é dono de grande carisma e tem fortíssimas ligações com prefeitos potiguares. Não só com os leitos como aqueles reeleitos.

PATU 2:
Rivelino concorre com o ex-prefeito Benes Leocádio e com o gestor de Severiano Melo, Dagoberto Bessa. Este último, mero e simples coadjuvante no embate. Tem pouquíssimas afinidades com outros administradores municipais. O grande duelo deve ficar entre Câmara e |Leocádio, com nítida vantagem para o prefeito de Patu.

PAU DOS FERROS:
O prefeito Leonardo Rego, apesar de pouquíssimos dias de gestão, tem mantido reuniões diárias com seu secretariado. Pelo menos, administrativamente, tem mostrado que quer ver trabalho, ação. Tomara.

PILÕES:
O prefeito Sabino Neto, deve enfrentar um grande problema extra-administrativo, em muito breve. É o que prever um "analista de plantão", que ver nuvens negras sobre o gestor. o que será?

RAFAEL GODEIRO:
O vereador Carlos Dantas é peça fundamental e de extremíssima valia no governo Ludmila Amorim. Carlos já teve elevado destaque nos bastidores das gestões Abel (2009-2016).  É o "carta de AS" na manga que Ludmila terá nos próximos 4 anos. Testado e aprovado o edil já é.

SÃO FRANCISCO DO OESTE:]
O prefeito de São Francisco do Oeste, Porfírio, sofreu derrota de grande peso. Vendo a presidência da Câmara nas mãos de adversário, sentiu que o poder político de Gildene Barreto continua forte. Tem 4 anos para mudar o cenário ou torna-se  um mero ocupante de cadeira, por apenas 48 meses. Empresário de sucesso, Porfírio tem tudo para aprender a arte de politicar e mudar o jogo.

SERRA NEGRA DO NORTE:
Sérgio Fernandes iniciou seu mandato, mostrando que quer fazer ainda melhor do que fez quando secretário de saúde do município seridoense. Sérgio também exerceu o mandato de vereador entre 2009 até 2012. Sempre com a seriedade e honradez que se faz necessário. Serginho é o que se chama de "governante de novos tempos".

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

MORO ESTIPULA FIANÇA DE R$ 1 MILHÃO PARA EX TESOUREIRO DO PT DEIXAR PRISÃO



Paulo Ferreira é réu em processo que investiga construção de centro de pesquisa no Rio




SÃO PAULO — Preso preventivamente desde julho, o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira poderá deixar a prisão se pagar uma fiança de R$ 1 milhão. A substituição da prisão preventiva por medidas alternativas foi definida nesta sexta-feira pelo juiz Sérgio Moro após a defesa de Paulo Ferreira pedir a revogação da prisão na audiência do ex-tesoureiro, na última quarta-feira.

Na ação, Paulo Ferreira, então tesoureiro do PT, é acusado de receber valores de caixa 2 de empreiteiras que atuaram no projeto do novo centro de pesquisa da Petrobras, o Cenpes. As empresas contratavam serviços do escritório de advocacia de Alexandre Romano, ex-vereador do PT em Americana. Os serviços eram feitos por Alexandre Romano, porém, o pagamento era superfaturado e parte era encaminhado para as contas do partido, administradas por Paulo Ferreira.

Ao definir deixar Paulo Ferreira em liberdade, Moro afirmou que não é necessário que ele permaneça preso já que todos as audiências do processo já foram finalizadas. Na última quarta-feira, Paulo Ferreira prestou seu depoimento como réu. Na ocasião, perguntado pelo juiz se havia uso de recursos não contabilizados em campanhas do PT, conhecido como caixa 2, Paulo Ferreira afirmou que sim.

— É um problema da cultura política nacional, doutor Moro. Eu não estou aqui para mentir para ninguém — disse Paulo Ferreira, que completou: — Negar informalidades nos processos eleitorais brasileiros de todos os partidos é, na minha opinião, negar o óbvio.

Após a audiência dos réus, Moro esperará as alegações finais da defesa e, então, dará sua sentença. Para o juiz, com o processo em sua fase final, os riscos às provas diminuem.

“E no presente caso, como ocorre em alguns outros casos, não há uma indicação de que o acusado oferece um risco às próprias fontes de provas”, escreveu Moro, que lembrou que Paulo Ferreira confessou o recebimento de valores por Alexandre Correa de Oliveira Romano, embora tenha alegado que seriam contribuições de campanha. Além disso, Paulo Ferreira, disse o juiz, não era beneficiário de propinas da Petrobras.

eventual responsabilidade de Paulo Adalberto Alves Ferreira, o papel aparentemente mais subsidiário dele no esquema criminoso autoriza, nesse momento, a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares alternativas. Entre eles a fiança”, disse.


A fiança de R$ 1 milhão foi fixada baseado no montante que o próprio Paulo Ferreira admitiu que teria sido repassado a ele. Além da fiança, Paulo Ferreira não poderá deixar sua casa por mais de 20 dias sem autorização de Moro ou deixar o país. Além disso, não poderá se aproximar ou contatar, diretamente ou indiretamente, outros acusados ou testemunhas do processo.outros acusados ou testemunhas deste feito e seus familiares, inclusive e principalmente Alexandre Correa de Oliveira Romano.




FONTE: O GLOBO

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Renan retira de pauta projeto sobre abuso de autoridade


Presidente do Senado atendeu a pedidos de parlamentares e remeteu proposta à Comissão de Constituição e Justiça da Casa.




Após iniciar a discussão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), retirou na noite desta quarta-feira (14) da pauta de votações o projeto que endurece as punições em casos de abuso de autoridade.

A decisão foi tomada após pedidos de parlamentares contrários à votação do texto neste momento. Na mesma decisão, Renan remeteu a proposta à Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Ao anunciar a retirada do projeto da pauta, Renan Calheiros foi aplaudido por parte do plenário do Senado.

O projeto, apresentado pelo presidente do Senado, revoga a legislação vigente e estabelece novas punições a juízes e procuradores, entre outras autoridades.

Durante a sessão desta quarta, defenderam a retirada do projeto da pauta de votações os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), João Capiberibe (PSB-AP), Simone Tebet (PMDB-MS), José Agripino Maia (DEM-RN) e Álvaro Dias (PV-PR).

Na mesma sessão, discursaram a favor da votação do projeto Renan Calheiros, o relator, Roberto Requião (PMDB-PR), e Jader Barbalho (PMDB-PA).

O projeto tem sido criticado por setores do Judiciário e do Ministério Público, que apontam uma tentativa de retaliação do Congresso Nacional em razão de investigações que envolvem políticos, como a Operação Lava Jato.


Em nota, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) disse que a proposta tem o objetivo de “intimidar” magistrados e procuradores envolvidos em processos que analisam denúncias contra deputados e senadores. Renan Calheiros é alvo de oito inquéritos na Operação Lava Jato.

Mais cedo, nesta quarta, Renan Calheiros disse que o projeto não é contra o Judiciário ou procuradores, mas contra todas autoridades que cometem abusos.

"O abuso de autoridade não é contra juiz, não é contra promotor, não é contra senador, não é contra deputado. É contra todo mundo e, também, contra o guarda da esquina", declarou o senador do PMDB, em entrevista.



fonte: G1

domingo, 11 de dezembro de 2016

CAJU, JUSTIÇA E CARANGUEJO: VEJA OS APELIDOS DE POLÍTICOS NA LISTA DA ODEBRECHT



De acordo com delação de executivo, empreiteira usava codinomes para identificar senadores e deputados federais antes de realizar pagamentos
O ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Mello Filho, revelou, em delação premiada, que realizava pagamentos em dinheiro para uma série de políticos. De acordo com o site de notícias "BuzzFeed", a empreiteira usava diversos apelidos para identificar senadores, deputados federais e outras autoridades, no momento de realizar os pagamentos.
Segundo o depoimento de Mello Filho, a Odebrecht realizava pagamentos para o senador Romero Jucá (PMDB-RR), apelidado de "Caju", que teria recebido R$ 22 milhões para ele e os senadores, Renan Calheiros (PMDB-AL), conhecido como "Justiça", e Eunício Oliveira (PMDB-CE), o "Índio". A lista também apresenta o nome do ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima. Citado como "Babel", ele teria recebido R$ 1,5 milhão da empreiteira.
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), aparece na delação como "Primo" e teria centralizado as arrecadações para o presidente Michel Temer durante a campanha presidencial de 2014. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é apresentado na lista como "Caranguejo. De acordo com Mello Filho, a empresa aprovou pagamentos de R$ 7 milhões para o ex-deputado.

Conheça os nomes citados na lista da Odebrecht e os valores que teriam sido repassados, de acordo com o site "BuzzFeed":

1. Michel Temer – R$ 10 milhões
2. "Caju": senador Romero Jucá (PMDB-RR), senador – R$ 22 milhões para campanhas
3. "Justiça": Renan Calheiros (PMDB-AL), senador – teria se beneficiado por parte dos R$ 22 milhões
4. "Índio": Eunício Oliveira (PMDB-CE), senador – também teria se beneficiado com o valor
5. "Primo": Eliseu Padilha (PMDB-RS), ministro – teria centralizado arrecadações para Temer
6. "Las Vegas": Anderson Dornelles (ex-assessor de Dilma) – R$ 350 mil
7. "Angorá": Moreira Franco, secretário – recursos para Temer
8. "Caranguejo": Eduardo Cunha (ex-deputado) – R$ 7 milhões
9. "Cerrado/Piqui": Ciro Nogueira (PP-PI), senador – R$ 5 milhões para campanhas do PP
10. "Polo": Jaques Wagner (ex-ministro) – R$9,5 milhões
11. "Gremista": Marco Maia (PT-RS), deputado – R$ 1,3 milhão
12. "Babel": Geddel Vieira Lima (ex-ministro) – R$ 1,5 milhão
13. "Bitelo": Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), deputado – R$ 1,5 milhão
14. "Campari": Gim Argello (ex-senador) – R$ 1,5 milhão
15. "Gripado": José Agripino (DEM-RN), senador – R$ 1 milhão solicitado por Aécio Neves
16. "Botafogo": Rodrigo Maia (DEM-RJ), deputado – R$ 100 mil
17. "Misericórdia": Antônio Brito (PSD-BA), deputado – R$ 430 mil
18. "Ferrari": Delcídio do Amaral (ex-senador) – R$ 550 mil
19. "Corredor": Duarte Nogueira (PSDB), prefeito de Ribeirão Preto – R$ 600 mil
20. "Todo Feio": Inaldo Leitão (PP-PB) – R$ 100 mil
21. "Jovem": Adolfo Viana (PMDB-BA), deputado estadual – R$ 50 mil
22. "Feia": Lídice da Mata (PSB-BA), senadora – R$ 200 mil
23. "Comuna": Daniel Almeida (PCdoB-BA), deputado R$ 100 mil
24. "Goleiro": Paulo Magalhães Júnior – R$ 50 mil
25. "Diplomata": Hugo Napoleão – R$ 100 mil
26. "Moleza": Jutahy Magalhães – R$ 350 mil
27. "Velhinho": Francisco Dornelles (PP), vice-governador do Rio de Janeiro – R$ 200 mil
28. Carlinhos Almeida – R$ 50 mil
29. João Almeida – R$ 500 mil
30. Rui Costa (PT), governador da Bahia – R$ 10 milhões
31. Paulo Skaf (PMDB), presidente da FIESP – teria se beneficiado com R$ 6 milhões da verba acertada com Temer.


EX EXECUTIVO DA ODEBRECHT LIGA APELIDOS E PAGAMENTOS A AÉCIO E KASSAB

Aécio seria identificado no sistema de propinas da Odebrecht com a alcunha de Mineirinho



O cruzamento das informações da proposta de delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho com as planilhas angariadas pela Operação Lava Jato na investigação contra a empresa sugerem pagamento de R$ 15 milhões para o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e ao menos R$ 2,5 milhões para o ministro de Ciências, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD-SP).
De acordo com o anexo encaminhado pelo ex-executivo à Procuradoria-Geral da República, "segundo informado pela empresa", Aécio seria identificado no sistema interno de pagamentos indevidos como "Mineirinho" e Kassab como "Kafta".
No pedido de busca e apreensão da Polícia Federal da 26ª fase da Lava Jato, a Xepa, Mineirinho é apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As entregas, registradas nas planilhas da secretária Maria Lúcia Tavares, do Setor de Operações Estruturadas - conhecido como o "departamento de propina" da Odebrecht - teriam sido feitas em Belo Horizonte, capital mineira.
A quantia foi solicitada pelo diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura para Minas Gerais, Espírito Santo e Região Norte, Sérgio Neves, a Maria Lúcia, que fez delação e admitiu operar a "contabilidade paralela" da empresa a mando de seus superiores. O pedido foi intermediado por Fernando Migliaccio, ex-executivo da empreiteira que fazia o contato com Maria Lúcia e que foi preso na Suíça.
Segundo Melo Filho, Aécio ainda teria intermediado um pagamento de R$ 1 milhão para o senador José Agripino Maia (DEM), que ganhou os apelidos de "gripado" e "pino".
A assessoria de imprensa do PSDB mineiro afirmou que R$ 15 milhões foi o total doado pela Odebrecht à campanha do PSDB em 2014, que o valor foi registrado no TSE e que Aécio 'desconhece supostas citações em planilhas da empresa'.


Gilberto Kassab teria apelido de Kafta no departamento de propinas da Odebrecht

O codinome "Kafta" consta em relatório da Polícia Federal referente à 23ª fase da Lava Jato, batizada de Acarajé. Em planilha encontrada nesta fase, há registro de cinco pagamentos ao codinome "Kafta", de R$ 500 mil cada, dois registrados no mês de outubro de 2014 e três em novembro de 2014.
A assessoria de Kassab não se manifestou até a conclusão desta edição. Agripino Maia afirmou que a delação de Melo Filho não provoca efeitos negativos para ele ou para o partido e que a doação ocorreu de forma voluntária.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

RN POLITICA EM DIA: RAPIDINHAS DO RN POLITICA EM DIA

RN POLITICA EM DIA: RAPIDINHAS DO RN POLITICA EM DIA: ALMINO AFONSO - A oposição terá que esperar por mais tempo, para quem sabe, um dia, tomar o poder dos "Abéis", na terra de Almino...

RAPIDINHAS DO RN POLITICA EM DIA

ALMINO AFONSO -
A oposição terá que esperar por mais tempo, para quem sabe, um dia, tomar o poder dos "Abéis", na terra de Almino Afonso. Após mais uma derrota, o bloco oposicionista insiste em comporta-se como água e óleo. Dividida, abre ala para que muitos sonhem com a volta célebre Lawrence Amorim.

ANGICO-
O vereador Marcos de Loló, deve "asfaltar" o caminho para em 2020 ter maior consistência para disputar a eleição para prefeito. Marcos era um nome de força, para as urnas deste ano, porém, por motivos maiores teve que se contentar com a vereança. 2020 chega já. Marcos de Loló merece.

JOSÉ DA PENHA-
O ciclo dos "Dólar" acabou em 02 de outubro último,  com a derrocada do projeto político de manutenção do poder, que visava a reeleição de Antonio Dólar. Era de se esperar, afinal o grande líder da família era Jorge, que morreu anos atrás.
Tem quem diga que Antônio só venceu a disputa de 2012, por está a população comovida com o desaparecimento do líder maior.

NATAL-
O deputado da Solidariedade, Kelps Lima, fez menção a triste administração do prefeito de Natal, Carlos Eduardo. Kelps disse  que o gestor natalense apagou todos os programas de governo que estavam postados nas suas redes sociais. Porém, como disse o deputado, todos estes programas foram salvos por ele e serão postados em sua rede social, para que a população de Natal faça a comparação destas supostas promessas.

RIACHO DA CRUZ-
Qual o futuro político do empresário Marcondes Oliveira, após nova derrota para prefeito, na cidade de Riacho da Cruz?
Tem quem diga que o líder da oposição já está pronto para mais uma disputa majoritária. Será?

RAFAEL FERNANDES-
Tem quem diga que um certo deputado perderá votos preciosos em terra rafaelenses. A falta de atenção seria o motivo maior.

SÃO MIGUEL-
O cenário que Zé Gaudêncio encontrará na prefeitura de São Miguel, é uma verdadeira caixinha de surpresa. Muitos estudiosos da política micaelense estão atentos.

TENENTE ANANIAS-
Um grupo de políticos do município de Tenente Ananias e cidades circunvizinhas, pensam em lançar o nome para a Assembléia em 2018. Contudo, ao que se sabe, dependerá do aval de uma grande autoridade da região.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

PROCURADORIA DENUNCIA LULA DE NOVO

Deflagrada em março do ano passado, a Operação Zelotes surgiu com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em vender decisões do Carf, o tribunal que julga recursos contra multas aplicadas pela Receita Federal. No meio do caminho, investigando lobistas que participavam do esquema, procuradores e policiais esbarraram em outros lucrativos balcões de negócios de Brasília. Descobriram, por exemplo, que alguns dos suspeitos, os mesmos que vendiam acesso a poderosos gabinetes da capital, tinham atividades extras no mundo do crime. Ofereciam, entre outras coisas, medidas provisórias editadas sob medida pelo governo para atender empresas interessadas em obter benesses oficiais, como incentivos fiscais. Um dos achados despertou especial atenção. Ao quebrar o sigilo de Mauro Marcondes, um megalobista conhecido por atuar em favor da indústria automobilística, apareceram pagamentos de 2,5 milhões de reais a uma empresa registrada em nome de Luís Cláudio Lula da Silva, o filho caçula do ex-presidente Lula. Era só a ponta aparente de um elo que, agora, os investigadores acreditam ter fechado – e que acaba de resultar em mais uma ação criminal contra o petista.
A descoberta dos pagamentos a Luís Cláudio exigiu a abertura de uma nova frente de investigação – e deu origem a uma sucessão de explicações atrapalhadas por parte de quem pagou e de quem recebeu. Preso, Mauro Marcondes primeiro disse que contratara o filho de Lula para desenvolver o projeto de um centro de exposições no interior de São Paulo. Depois, alegou que o dinheiro foi repassado a título de patrocínio a competições de futebol americano organizadas por Luís Cláudio. O rapaz se complicou ainda mais. Explicou que prestou serviços de consultoria à empresa do lobista e apresentou à polícia relatórios para supostamente comprovar o que dissera. Os documentos nada mais eram do que uma colagem malfeita de textos plagiados da internet. Restava no ar a pergunta: por que, afinal, o menino Lula recebeu a bolada do lobista? Foi na montanha de documentos coletados por outra operação, a Lava-Jato, que os investigadores da Zelotes conseguiram a resposta, ou a parte que faltava para fechar o elo.
A suspeita, desde o começo, era que Mauro Marcondes pagara a Luís Cláudio para obter a ajuda de Lula em assuntos de interesse de seus clientes. Lula já era ex-presidente, mas, como se sabe, desfilava poder no Planalto de Dilma Rousseff. Marcondes, àquela altura, defendia causas bilionárias no governo. E, coincidência ou não, teve êxito nas principais delas. Conseguiu, por exemplo, a edição de uma medida provisória prorrogando benefícios fiscais a montadoras de automóveis e contribuiu para que o governo brasileiro fechasse com os suecos da Saab a compra de 36 caças para a Força Aérea, num contrato de 5,4 bilhões de dólares. Pelo lobby, Marcondes recebeu das montadoras e da Saab mais de 15 milhões de reais. Teria ele repassado uma parte desse dinheiro a Lulinha para que Lula o ajudasse em suas empreitadas junto ao governo Dilma? Para os procuradores da Zelotes, foi exatamente o que aconteceu. No material apreendido no Instituto Lula pela Lava-Jato, eles encontraram o que consideram ser a prova cabal dessa relação: no mesmo período em que recebeu a bolada, Lulinha não só ajudou Mauro Marcondes a marcar reuniões com Lula para tratar dos interesses das empresas que o lobista representava como acompanhou pessoalmente os encontros.
E-mails, atas de reuniões e agendas do Instituto Lula foram juntados à investigação como prova. Para os investigadores, o conjunto não deixa dúvida: o lobista pagou ao filho para obter a ajuda do pai. Somado, o material embasa mais uma acusação criminal contra Lula na Justiça. É a quarta denúncia proposta pelo Ministério Público Federal contra o ex-presidente. Desta vez, os procuradores acusam Lula de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, crimes cujas penas podem passar dos quinze anos de prisão. O filho de Lula foi denunciado por lavagem de dinheiro.
Ao longo da investigação, os sigilos bancário e fiscal de duas empresas de Luís Cláudio foram quebrados. E o que saiu da análise das contas torna ainda mais nebulosas as transações financeiras do caçula da família Lula. De 2011 a 2015, as duas empresas dele receberam o número mágico de 13 milhões de reais – parte das movimentações, segundo a Receita Federal, é incompatível com as declarações de renda apresentadas no período. A maior parcela foi repassada por grandes empresas, a título de patrocínio para os torneios de futebol americano organizados pelo rapaz, mas nem tudo é o que parece. No rol há, por exemplo, uma empresa que deu dinheiro mas nunca figurou entre os patrocinadores das competições. Dentre os pagadores aparece também uma empresa da família de José Carlos Bumlai, o lobista amigo do peito de Lula que tinha passe livre em seu governo (e que, anos depois, acabaria apanhado pela Lava-Jato). Uma parte significativa dos valores recebidos pelo caçula de Lula foi aplicada em fundos de investimento. O destino de pelo menos 3,5 milhões os peritos da Receita simplesmente não conseguiram identificar, e 840 000 reais foram transferidos para a conta de uma empresa de fachada sediada em um casebre na periferia de São Paulo.
Luís Cláudio, como se vê, virou um portento dos negócios, a exemplo de seu irmão Fábio Luís, o Lulinha, ex-tratador do zoológico paulistano que ficou milionário graças a negócios nebulosos feitos durante o governo do pai. Quando os negócios de Fábio vieram à luz, Lula defendeu o primogênito. Disse que ele era um “Ronaldinho dos negócios”. O que ninguém sabia àquela altura era que havia um outro gênio na família ensaiando os primeiros passos rumo à fortuna. Tampouco se sabia que tamanho sucesso viria a complicar sobremaneira a vida do orgulhoso pai.

FONTE: VEJA.COM

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

RN POLITICA EM DIA: DEUS AINDA ACREDITA NO HOMEM

RN POLITICA EM DIA: DEUS AINDA ACREDITA NO HOMEM: #FORÇACHAPE Assistindo a reportagem sobre a homenagem que o Atlético Nacional e seus torcedores colombianos fizeram na noite da quarta-fei...

DEUS AINDA ACREDITA NO HOMEM

#FORÇACHAPE

Assistindo a reportagem sobre a homenagem que o Atlético Nacional e seus torcedores colombianos fizeram na noite da quarta-feira, no Estádio de Medellin, Colômbia.
Vemos que Deus não perdeu a fé no homem.
Posso afirmar que ficará na memória e no coração de todos que lá participaram e de quem, como eu, assistiu a matéria. Algo que dificilmente imaginávamos era a dimensão que nossos irmãos colombianos proporcionou com tal homenagem. Um gesto muito maior de gentileza que as regras futebolísticas ensinam. Uma maneira muito além de demonstrar reverência. Foi a própria simbologia de irmandade, que naquela praça esportiva se viu.
Pessoas que não tem a menor ideia de onde fica a cidade de Chapecó, mas  se sensibilizaram com o trágico e angustiante desaparecimento de dezenas de pessoas que seguiam para promover uma das maiores alegrias do Brasil e da Colômbia: futebol.
Jogadores da equipe da Chapecoense, profissionais de imprensa, tripulantes da aeronave e outro 25 trabalhadores ligados a prática de esportes. 71 seres humanos, que por falta de combustível, tiveram suas vidas abreviadas. Mas não vamos nos prender a questões criminológicas, que se farão com as investigações dos órgãos competentes. Vamos observar apenas as questões humanas e por esse prisma, os colombianos mostraram o quanto são humanos.
Chapecó e Medellin se tornaram, não pelo amor, mas pela dor, cidades-irmãs.
    #FORÇACHAPE

terça-feira, 29 de novembro de 2016

RAPIDINHAS DO RNPOLITICAEMDIA...

ALEXANDRIA 1:
É aguardada com muita expectativa, o modelo administrativo que será implantado pela  prefeita eleita de Alexandria, Jeane Ferreira. A população acredita que a nova gestão ficará na história da terra da barriguda, como um governo modelo e que agradará a todas a camadas da sociedade alexandriense.
Torçamos positivamente.

ALEXANDRIA 2:
Por falar na primeira mulher eleita prefeita em Alexandria, vemos que Jeane Ferreira já começou a escrever com letras garrafais, seu nome na política do oeste. Ao lado do prefeito eleito de Patu, Rivelino Câmara, pleiteará a FEMURN.

ANTONIO MARTINS:
Um verdadeiro "angú de caroço" está sendo aguardado para eclodir na terra da Boa Esperança, no campo da política. O estrago será tão desgastante, que merecerá o codinome de TSUNAMI. AGUARDEMOS.

MARCELINO VIEIRA:
Em termino de mandato, o médico José Ferrari de Oliveira se prepara para viver num longo e talvez perpétuo ostracismo político, comum ao governante que nada ou quase nada faz, durante o tempo de
administração. Procuro uma só obra de relevância nos 8 anos de "Ferrarismo" e não encontro.

OLHO D'ÁGUA DOS BORGES:
Maria Helena começará o governo municipal em 1º de janeiro, com o interesse de "tatuar" um novo ciclo em Olho D'água dos Borges. Espera-se que todos os detalhes da outra parte dos Queirogas que administrou o município por muitos anos, seja trazido à tona.

PATU 1:
Anote aí: Bruno Campelo e Rubinaldo Maia serão ocupantes de cargos de grande relevância no governo Rivelino |Câmara.

PATU 2:
Merecidíssimos. Foram fiéis e guerreiros, no projeto político de super secretário que como poucos,  tomou para si a administração de outrem e fez por merecer o reconhecimento popular.

PILÕES:
Qual será o real papel do vice-prefeito eleito, no governo Sabino Neto?
Essa é uma das grandes dúvidas de "11 em cada 10" conhecedores da política do município.

Venha-Ver:
A cada dia que aproxima-se o fim do "império" governista na Terra da Tríplice Fronteira, cresce a sensação que, alguns que pousavam de pessoas acima de qualquer outro, vai se arrepender da discórdia e do modo que tratou o seu semelhante. E quando chegar o momento ideal, vai descer do salto e querer calçar as famosas sandálias da humildade.

Venha Ver 2:
Segundo o ex-candidato a prefeito pelo bloco da situação, Francisco Queiroz, depois da derrota de 2 de outubro, o mesmo foi afastado da área financeira da administração atual. Será?

sábado, 26 de novembro de 2016

AUDIÊNCIA É MARCADA POR NOVO EMBATE ENTRE MORO E ADVOGADOS DE LULA


Defesa do ex-presidente contestou perguntas feitas pelos procuradores do MPF às três testemunhas
A ação penal em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu no âmbito da operação Lava Jato teve nessa sexta-feira (25) a oitiva de mais três testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público Federal (MPF). A audiência foi marcada por novas discussões envolvendo a defesa do petista e o juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.


Os advogados de Lula contestaram perguntas feitas pelos procuradores do MPF às três testemunhas: o doleiro Alberto Youssef e os lobistas Fernando Soares e Milton Pascowitch. A principal alegação era de que a promotoria estaria formulando perguntas que fugiam do escopo da denúncia. As intervenções foram indeferidas por Moro, que afirmou haver um contexto a ser esclarecido e autorizou a sequência da oitiva.

Quando teve a palavra, a defesa do petista questionou os depoentes se estes tinham firmado ou estariam firmando contrato de colaboração com autoridades de outro país, e se o MPF estaria envolvido nestes acordos. As três testemunhas pediram a Moro para não responder a essas perguntas sob a alegação de que havia a imposição de um sigilo a ser cumprido, e o juiz permitiu.

“Ficam reiterados todos os protestos relativos ao cerceamento do direito de defesa, na medida em que vossa excelência tomou o compromisso da testemunha, e a testemunha tem o dever de esclarecer os fatos”, disse um dos advogados de Lula.

Moro disse que iria respeitar a posição das testemunhas. "Não conheço essas negociações que ocorrem eventualmente lá fora, se é que existem. Se a testemunha vislumbra um eventual prejuízo, eu entendo que ela não pode ser forçada a depor, até porque não há nenhuma relevância para o objeto da acusação”, avaliou o juiz.

A defesa do ex-presidente replicou: “Apenas peço que vossa excelência fique atento ao contexto da defesa também. Porque está muito atento ao contexto da acusação”. O juiz respondeu que o contexto da acusação está na denúncia e pediu que fosse esclarecido também o contexto dos advogados, mas eles optaram por não adiantar a estratégia de defesa.

O depoimento do pecuarista José Carlos Bumlai, que estava previsto para hoje, foi remarcado para a próxima quarta-feira (30), quando também devem ser ouvidas outras três testemunhas de acusação.

Depoentes negam envolvimento de Lula

Os três depoentes foram questionados se mantiveram, em algum momento, conversa ou tratativa de pagamentos indevidos com o ex-presidente Lula. Todos eles responderam negativamente à pergunta. As testemunhas também disseram não conhecer nenhuma informação que ligue o petista ao apartamento tríplex em Guarujá, litoral de São Paulo.

Além do ex-presidente, são réus desta ação penal a esposa dele Marisa Letícia, o presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto, e mais cinco pessoas. Lula e Marisa foram dispensados por Moro de comparecer às audiências, bastando apenas a presença dos advogados.

Com informações da Agência Brasil.

PARA CONTER CRISE, TEMER PODE VETAR ANISTIA A CAIXA 2


Em meio a mais uma crise que resultou na queda de Geddel Vieira Lima, um dos principais ministros do governo, o presidente Michel Temer tenta criar uma agenda positiva antecipando que vetará qualquer proposta do Congresso de anistia ao caixa dois. A posição representa um recuo de Temer em relação ao que havia sinalizado a interlocutores menos de 24 horas antes.


Segundo eles, o presidente vinha dizendo que sancionaria integralmente o texto aprovado pelos parlamentares, havendo ou não anistia a crimes. Mas, em reunião nesta sexta-feira com aliados, após um dia conturbado com a demissão de Geddel, Temer afirmou que vetará qualquer anistia a caixa dois, segundo o líder do PSD, deputado Rogério Rosso (DF).

FONTE: BLOG DO ROBSON PIRES

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Moro dispensa Lula e Marisa de comparecer a audiências em Curitiba


Assim, o casal não precisará viajar à capital paranaense na semana que vem para assistir à oitiva de testemunhas de acusação.


O juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, aceitou pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele e a esposa Marisa Letícia sejam dispensados das audiências da ação penal em que são réus, no âmbito da Operação Lava Jato. Assim, o casal não precisará viajar à capital paranaense na semana que vem para assistir à oitiva de testemunhas de acusação, que ocorrerá nos dias 21, 23 e 25 deste mês.

O pedido havia sido feito pela defesa do petista na última segunda-feira (14). Com a decisão de Moro, apenas a presença dos advogados de Lula e Marisa será necessária no curso das audiências. Ontem (17), o juiz havia notificado a Justiça Federal de São Bernardo do Campo (SP) para que intimasse o casal a comparecer à oitiva das testemunhas na semana que vem.

O novo despacho de Moro não libera a presença do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, que também é réu da ação penal.

Na segunda-feira (21), serão ouvidos os empreiteiros Augusto Mendonça, Dalton Avancini e Eduardo Hermelino e o ex-senador Delcídio do Amaral. Na quarta-feira (23), será a vez do ex-deputado Pedro Corrêa, dos ex-diretores da Petrobras Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa e do ex-gerente da estatal Pedro Barusco. Os depoimentos do doleiro Alberto Youssef, do pecuarista José Carlos Bumlai e dos lobistas Fernando Baiano e Milton Pascowitch estão marcados para a sexta-feira (25).


FONTE: No minuto.com